Roberto, a retired and disappointed journalist, leaves his work in a farm and goes back to his hometown, Braga, which he thinks will be his last hiding place. However, in returning, he feels a strong energy in the city and between journeys to the past and an intense night life, a new chapter arises.

Director
José Oliveira
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Caríssimos, daqui escreve o José Oliveira, realizador do filme Os Conselhos da Noite. Escrevo pela conta do Lucky Star - Cineclube de Braga apenas para manter a via directa da interpelação aberta por quem escreveu desse lado. Conheço o filme que referem do Saguenail, conheço algumas outras obras filmadas em Braga que encontrei aquando de uma pesquisa - inclusive eu quando estudei na Escola Profissional de Braga entre 2001 e 2004 e na ESAP do Porto entre 2004 e 2010 cheguei a fazer filmes em VHS e depois em HD na nossa cidade e a mostrá-los em mostras, pequenos festivais apagados do mapa, etc. - mas continuo a considerar, sob alguns aspectos - na minha opinião os fundamentais - a primeira longa-metragem de ficção rodada em Braga. Onde a cidade surge como personagem principal, com actores Bracarenses, banda sonora de bandas e diversos artistas Bracarenses, músicos a interpretarem papéis secundários e principais - e não é apenas o Adolfo Luxúria Canibal mas, por exemplo, o Filipe Palas ou o Fernando Fernandes, entre outros - e um trabalho de argumento no qual os usos, costumes, sotaques, etc., foram trabalhados (bem ou mal, não é isso que está em causa) por argumentistas Bracarenses durante anos. Para não me referir aprofundadamente a todo um mundo mítico e histórico que quem quiser pode aceder secretamente - das antigas catacumbas do Deslize até às ruínas e catacumbas Romanas (bem ou mal, volto a sublinhar). Será também a primeira longa-metragem a ter uma ampla estreia a nível comercial, com apoio do ICA e do Município, empresas Bracarenses, etc., valendo isto, obviamente, o que vale. Portanto, afirmo que nesse sentido é a primeira. Quanto ao filme do Saguenail, rodado integralmente dentro do Theatro Circo, cito um crítico e historiador de cinema que se referiu à obra em questão (Má Sina) nos seguintes termos: «ser em Braga ou não ser em Braga é totalmente indiferente, não há nada de identificável para quem não seja de lá. Podia ser o Teatro das Beiras, o Teatro São João no Porto ou o Teatro Gil Vicente.» Também se podem referir as actualidades guardadas no ANIM passadas em Braga - desde discursos políticos até encomendas turísticas - mas penso que dá para perceber bem o espírito positivo e passional no qual fazemos essa afirmação. Um abraço, JO
@LuckyStarcineclube 16
Adoro Braga! Nunca esqueço qdo cheguei à cidade pela primeira vez ao pé da estação comboios...cidade mais completa do país.. Boa comida, vinho..Mão Morta e mto mais..
@trigueiros113 2
Parabéns! Portugal tem tanta cidade, vila, aldeia ou lugares onde se filmar, sem falar na nossa longa história recheada de episódios dignos do grande écran que quase não é preciso recorrer à ficção, que é pena não ser mais explorado. Vou certamente ver este filme por essa razão e por ser grande admirador dos Mão Morta e da bela cidade de Braga! Que mais projectos apareçam!
@MGBranco 2
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